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2. Uma casa de palha
O primeiro porquinho amarrou a palha para fazer as paredes e cobriu a casa com um telhado de palha. Antes de o sol ficar alto, a casinha já estava pronta. “Uma porta para mim e uma janela para a brisa!” disse o porquinho, olhando pela janela.
O porquinho de madeira vestido de verde sálvia coloca uma parte do telhado de palha no lugar, a partir de uma plataforma de madeira. Desce e entra pela porta. Seu rosto aparece em uma janela aberta com uma moldura de madeira arredondada.
3. Uma casa de gravetos
O segundo porquinho encaixou os gravetos, um ao lado do outro. Toc, toc, fazia o martelo. À tarde, um telhado de madeira já fazia sombra na entrada. O primeiro porquinho acenou do outro lado do campo. Agora havia duas casinhas junto ao caminho.
O segundo porquinho, vestido de coral, dá duas marteladas suaves na casinha de gravetos com um pequeno martelo. Depois baixa a ferramenta ao lado da casa pronta. O primeiro porquinho levanta uma mão, acena devagar e baixa o braço.
4. Uma casa de tijolos
O terceiro porquinho colocou os tijolos em fileiras bem alinhadas. Devagar, paredes fortes foram crescendo em volta de uma porta resistente. Os outros dois porquinhos vieram ver. “Há espaço para os três!” disseram.
Três porquinhos de madeira se reúnem à porta de uma casinha de tijolos coral. O terceiro porquinho estende a mão para a maçaneta, abre a porta e dá um passo para o lado, enquanto os outros observam.
5. Um sopro bem forte
Um dia, um lobo bateu à porta da casa de palha. “Abra a porta!” “Não, obrigado!” respondeu o porquinho. O lobo encheu o peito de ar e soprou. A palha voou pelo ar, e o porquinho correu em segurança para a casa de gravetos.
Um lobo de brinquedo sopra em direção à casinha de palha. O primeiro porquinho vira à direita e corre para trás de um arbusto de madeira esculpida, enquanto a palha cai sobre o campo.
6. Dois porquinhos no caminho
O lobo seguiu o porquinho e bateu à porta de novo. “Abram a porta!” “Não, obrigado!” responderam duas vozes. Ele encheu o peito de ar. E soprou. Os gravetos balançaram e caíram. Os dois porquinhos escaparam juntos e correram para a casa de tijolos, onde o terceiro porquinho abriu a porta para eles.
Um lobo de brinquedo sopra em direção à casinha de gravetos, e as paredes caem. O primeiro porquinho vai à frente e o segundo segue atrás, por um caminho de madeira verde sálvia, até a casinha de tijolos coral. O terceiro porquinho, vestido de azul, abre a porta azul e recebe os dois na entrada.
7. Sempre de pé
Agora o lobo estava diante da casa de tijolos. Encheu o peito de ar e soprou até as folhas dançarem pelo campo. Lá dentro, os três porquinhos deram as mãos. A porta ficou fechada. O telhado ficou no lugar. E cada tijolo ficou exatamente onde devia estar.
Três porquinhos de madeira dão as mãos no interior visível da casinha de tijolos. Ficam juntos enquanto o lobo sopra em direção à porta fechada. A porta treme ligeiramente, mas o telhado e as paredes de tijolos continuam no lugar.
8. Uma manhã tranquila
Por fim, o lobo, cansado, se sentou. Recuperou o fôlego, sacudiu a palha das orelhas e saiu trotando para a floresta. Os porquinhos dormiram tranquilos. Na manhã seguinte, a porta se abriu. Um a um, os três porquinhos saíram para a luz do sol. Juntos, abriram o portão do jardim. Havia duas casas novas para planejar e três porquinhos para ajudar.
O lobo de brinquedo se senta diante da casinha de tijolos, recupera o fôlego, sacode as orelhas e parte para a floresta. Uma lua de madeira marca a noite tranquila. Ao nascer do sol, os três porquinhos saem pela porta da casinha e abrem o portão do jardim. O porquinho vestido de coral tira um tijolo de uma bancada baixa e coloca esse tijolo junto à estrutura de uma casinha, enquanto os outros dois observam.
O que você poderia construir para os porquinhos com blocos, papel ou almofadas?